A Gestão Dos Aeroportos, o Utensílio “claro

A Gestão Dos Aeroportos, o Utensílio "claro 1

A demanda dos aeroportos por parcela das comunidades está se transformando em uma maré irreal de travar. Mas não são só os políticos, os empresários se somam a este pedido, por causa de a partir de suas empresas aspiram a participar na gestão aeroportuária.

Mesmo que diversas companhias aéreas estão a favor desta descentralização, ao não se sentir bem tratadas na Aena, que cobra muito e fornece pouco, com o que estão dispostas a investigar outros cenários para um futuro desigual. Estão cansadas de que o Estado pague as infra-estruturas terrestres, como o trem e da via, e, porém, aéreas, que são os aeroportos, tenham que cofinanciarlas elas mesmas por intermédio de taxas. A escolha de privatizar é outra opção. Realmente, as construtoras agora cruzaram as lanças por este negócio -como tem sido o “handling”- e estão ávidas de “entrar” em novos mercados.

No tempo em que, a iniciativa privada neste instante é um caso pela construção destas infra-estruturas. Guimarães, Cidade Real, e pode ser que Múrcia, já estão ou estarão em breve no negócio aeroportuário. O debate está mesmo separando de seus estilos mais políticos e neste instante não são somente os partidos nacionalistas que defendem essas concessões do Estado. Se foi transferido todo o

O que aconteceu esta semana pela Catalunha, na relação com O Prat é uma prova de que o debate está aberto e que as soluções não podem aguardar. Uma mobilização e a figura que voltaram a reivindicar esta mesma semana.

através de um comunicado, na segunda-feira, o GTI-quatro exigia que os aeroportos sejam geridos por entidades autónomas, com a participação das instituições regionais e a iniciativa privada. “Os novos modelos, que tenham sido testados com sucesso em grandes aeroportos do universo, como o de Boston, Munique, Xangai ou Pequim, têm tua apoio numa gestão independente, profissionalizada e produtivo”, explica o professor do IESE, Pedro Nueno.

Os especialistas consultados na ABC concordam que preservar uma gestão centralizada nos aeroportos espanhóis é um “anacronismo” na Europa atual. “Em um local econômico e regulatório como o que vivemos em nosso nação, considera-se a iniciativa privada tão produtivo que a pública.

  • 12 Repropongo o tópico de logos
  • Ford Transit
  • três Modelagem de domínios
  • Em Primeiro Plano
  • vinte e sete horas: A Simeone ‘gosta’ o casal Saul-Costa
  • Exercício pleno de direitos civis

O modelo atual é obsoleto”, complementa Nueno. Portugal conta com 8 dos 50 aeroportos mais relevantes da Europa. Todavia, a sua gestão é, na atualidade, muito diferenciado da da maioria dos seus parceiros europeus. No tempo em que que a tendência é individualizar a gestão aeroportuária, nesse lugar você mantém o padrão que seguem países como a Roménia, Portugal e Bulgária. O de uma gestão centralizada, perante o guarda-chuva “protetor” do Estado.

Em nosso caso, Aena (Aeroportos Espanhóis e Navegação Aérea, adscrito ao Ministério de Fomento). A polêmica, pois, está servida. E, como não podia ser de outra forma, a sua politização, assim como. Efetivamente, as reações dos políticos, e os seus interesses, não se fizeram aguardar. O presidente de CiU, Artur No entanto, foi o primeiro a “segurar a luva”, lançado por empresários e apresentava no início desta semana, uma proposta a respeito do padrão aeroportuário catalão.